Esta comunicação deseja debater o conceito de Cinema de Bordas (LYRA; SANTANA, 2006) a partir de outros conceitos atualmente discutidos nacional e internacionalmente, como os de paracinema (SCONCE, 1995; HAWKINS, 2002), cultura trash (LA GUARDIA, 2008 e outros) e resistência cultural (FREIRE FILHO, 2007 e outros). Para isso, propõe a aplicação desses conceitos à análise de alguns filmes brasileiros apontados como “de bordas”. O objetivo é inserir essa discussão num contexto mais amplo dos estudos de cinemas periféricos.
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